Efeito residual de clethodim aplicado em pré-semeadura do milho
Resumo
O Brasil é um dos poucos paÃses onde é possÃvel realizar mais de uma safra no mesmo ano agrÃcola, sendo a sucessão soja-milho praticada por grande parte dos produtores. Este sistema cultural proporcionou a seleção de plantas daninhas resistentes à herbicidas, principalmente pela utilização de herbicidas com mesmo mecanismo de ação em sucessivos cultivos. Neste cenário, novas estratégias de manejo devem ser adotadas, como aplicações de herbicidas em pré-semeadura do milho. O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência de perÃodos de aplicação de clethodim em pré-semeadura, sobre a emergência e desenvolvimento inicial de hÃbridos de milho. Para tal, avaliou-se o efeito residual de clethodim sobre hÃbridos 2B810 Power Core, Status Viptera 3, Dekalb 340 VT PRO2 com aplicação de clethodim 196,80 g L-1 i.a. aos 15, 10, 5, 3 e 1 dias antecedendo a semeadura (DAS) do milho e uma testemunha sem aplicação. As variáveis analisadas foram: emergência, altura de plantas, Ãndice de clorofila falker, diâmetro de colmo, acúmulo de matéria fresca e seca. A aplicação de clethodim 1 dia antecedendo a semeadura afetou negativamente a emergência e o desenvolvimento inicial dos hÃbridos de milho avaliados. Os hÃbridos apresentaram suscetibilidade diferencial ao residual de clethodim para as variáveis emergência, acúmulo de matéria fresca e acúmulo de matéria seca.
Palavras-chave
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PDFDOI: https://doi.org/10.7824/rbh.v18i1.635
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